
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Royal Inn + Na Mata
E tem sido assim desde o fim de 2006, quando Baby (guitarra-solo) e Leo Grillo (bateria), recém-saídos de uma promissora banda de hardcore de São Paulo, resolveram mudar o rumo de sua música e convidaram o então desconhecido Sooz (vocal e guitarra-base) para uma despretensiosa jam. A idéia era criar algo novo, empolgante, dançante e, acima de tudo, cosmopolita. E o quase blind date musical foi um sucesso. Poucos ensaios depois, Kiki, amigo de faculdade de Sooz e companheiro de viagens musicais assumia o baixo do que batizaram como Royal Inn.
As influências vão de U2 e The Killers a Jamiroquai, Stevie Wonder e Kool and The Gang, um rock com pegada funk - ou o contrário – e de inegável apelo pop.
O primeiro EP, Royal Inn, foi lançado em junho de 2008 e traz as primeiras composições próprias da banda, com destaque para a balada dançante “Oh Sweet Megan”, um verdadeiro romance de pista, e a pulsante “Number Four”, o lado mais rock da banda. As letras em inglês mostram que o Royal Inn tem vagas para hóspedes do mundo todo, e a banda já começa a colecionar impressões de fãs de música dos mais distantes lugares. É música global, noturna e com estilo."

terça-feira, 18 de novembro de 2008
Meu Tio
O filme é de 1958, mas permanece tremendamente atual. Representa um período pós-guerra na França e aborda a orientação para ambientes futuristas, retratando a evolução do design em contraste com os ambientes tradicionais vividos num bairro francês.
Tati utiliza uma linguagem simples sobre assuntos complexos. Num argumento onde os diálogos são quase inexistentes, consegue retratar um ambiente de cinema mudo, onde o riso surge espontaneamente em resposta às ações das personagens, mas consegue também concentrar a nossa atenção para todos os aspectos não verbais, que acabam por servir como metáforas das questões que o filme levanta.
Meu Tio estabelece uma crítica à arquitetura moderna e satiriza as interferências provocadas pelas inovações tecnológicas e indutoras de um modo de vida onde se manifestam comportamentos ridículos. Nos permite comparar a arquitetura tradicional com a moderna; a separação entre o público e o privado, ordem e desordem; faz crítica não apenas à forma, mas também à função como a circulação e as trajetórias a que são obrigados os usuários da casa, em decorrência de sua forma.

Gérard, o filho do casal, que ao lado do tio considerado subversivo aos conceitos da sociedade burguesa e alienado da comunidade familiar, descobre novos horizontes em sua vida. Trata-se de uma alegria genuína, inocente e verdadeira, distante das armadilhas da tecnologia moderna, da rotina, da padronização e do senso-comum.
Quem sabe esse menininho não influenciará essas pessoas?!
Papiers à la Mode

A exposição cobre 400 anos da história da indumentária mundial, usando apenas tintas, dois tipos de papel e a técnica de tromp l’oeil. Isabelle seleciona procedimentos adequados para obter texturas e padrões de tecidos e realmente convence com os papéis pintados, imitando perfeitamente várias texturas, estampas, bordados, da renda ao brocado, até chegar ao veludo.
O resultado é tão próximo da realidade que, à primeira vista, tem-se a impressão de que a idéia é simplesmente fazer um passeio pela história da moda. Porém, nesta exposição, a artista discute história, moda e sociedade além de abordagens específicas da arte.
Nestas pinturas transformadas em esculturas, aparecem questões sobre a passagem do tempo, o envelhecimento do tecido, a transitoriedade do papel e a efemeridade da moda.

"A moda é efêmera e o papel é material facilmente associado ao frágil. Pode ser amassado, rasgado, decomposto e/ou descartado sem dificuldades. Curiosamente, nos deparamos com o papel transformado em algo rígido, aludindo desde a leveza da seda até o peso do veludo. A partir da efemeridade da moda e da fragilidade do papel, Borchgrave traz à luz o oposto: a permanência daquelas vestimentas por meio da beleza. Apresenta outro diálogo manifesto nas referências feitas à história da arte ao longo de todo o século XX." - Luciana Chen (Catálogo da exposição).

Segundo Denise Pollini, também no catálogo da exposição, “Império das aparências, a moda sempre foi renegada e incompreendida por viver na superfície. A superfície é seu campo de ação e transformação, onde a divisão entre o ser e o parecer perde a importância. Sendo o império das aparências, é fácil esquecer a profundidade de suas revelações, e estas não estão “atrás”, como se em um lugar escondido, secreto, pudéssemos encontrar a explicação de sua constante mutação. Mas as revelações estão justamente naquilo que está manifesto, exposto. (...)
“Ao recriar um modelo, Isabelle nos apresenta a verdade secreta presa à superfície, à espera de um olhar atento para revelar-se.”
Exposição: De 12 de Outubro a 14 de Dezembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Oscar Wilde
Top 10 Londres - Verão 2009.10
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Polaroid pop
Para quem tiver curiosidade, a Paul Kasmin Gallery, em Nova York, reúne 70 dessas fotografias do ícone da Pop Art, clicadas entre 1977 e 1983. Confira algumas das imagens:


segunda-feira, 29 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Na contramão I
Acelerando...
Acredito que muitas pessoas têm a impressão de que o tempo está voando e parece que, quanto mais ele voa, mais rápido o tempo se vai... há uma sensação quase generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo.
Atualmente é muito difícil encontrar revistas que façam reportagens com mais de quatro páginas. Isso porque, para os editores do mundo todo, os leitores têm cada vez menos tempo e paciência para ler. Por isso encontraram a solução de fazer revistas, jornais e livros cada vez mais acelerados. Prova disso são os jornais Metro e Destak, leitura mais rápida e superficial, impossível.
Segundo Carl Honoré, um jornalista canadense, “a proliferação da leitura rápida é um dos sintomas de uma epidemia que assola todas as sociedades industrializadas: o desejo de viver em velocidade. (...) Poderíamos viver muito melhor trocando lanchonetes por banquetes caseiros, fazendo longas horas de sexo e parando de dirigir como pilotos de Fórmula 1".
De acordo com Sérgio Gwercman, “pagamos fortunas por engenhocas tecnológicas que deveriam facilitar nossa vida e continuamos com uma pressa insaciável. Você já deve ter sentido os efeitos desse fenômeno. Lembra quando a internet surgiu? Da maravilha que era saber que trocaríamos mensagens instantâneas e teríamos a biblioteca de Harvard ao alcance, bastando um clique no mouse. Agora pense na última vez que você recebeu um arquivo eletrônico pesado. E dos segundos que esperou para abri-lo, amaldiçoando a velocidade do computador, do provedor, da placa multimídia e do modem. Esses incompetentes que nos obrigam a esperar insuportáveis segundos para baixar... um livro inteiro!”
Autor do livro Acelerado, James Gleick, diz "uma coisa acelera a outra e nos vemos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas".
A última campanha da Diesel, chamada “Live Fast” (viva depressa), mostra em uma, de várias outras imagens, a modelo correndo, de salto, enquanto joga talco no bumbum de um bebê. Achei a idéia muito infeliz. Pensei que talvez essa campanha tivesse a boa intenção de criticar nossos valores atuais e nossos hábitos diários de estar sempre correndo contra o tempo, fazendo tudo apressadamente. Porém sempre acho que uma idéia dessas poderia incentivar essa cultura da velocidade em certas pessoas – como o filme Laranja Mecânica poderia influenciar estudantes a executarem atentados a escolas norte-americanas.
O conceito “fast fashion”, adotado inicialmente pelas marcas Zara e H&M – e já sendo implantado por diversas marcas brasileiras – consiste no lançamento de várias minicoleções (ao invés das tradicionais duas coleções de roupas por ano) que buscam antecipar as novidades a caminho das vitrines dos principais mercados de moda e gerar um fluxo acelerado de vendas. Na prática, significa estar com as prateleiras abastecidas de novidades para os consumidores sempre; as coleções vão entrando nas lojas a cada semana ou mesmo com intervalos de dias. A idéia é que a produção se espalhe em mais modelos e ganhe variedade. “A loja cria uma relação mais intensa com o consumidor, porque educa o cliente a não esperar por liquidações. Se ele não comprar logo a peça de que gostou, semana que vem ela já pode ter sido vendida. O cliente passa a ir mais ao ponto de venda e, em conseqüência, compra mais”, explica Alberto Serrentino.
Para reflexão: quanto mais rápido e mais acesso à informações temos, mais superficiais, individualistas e menos humanos nos tornamos...Rainbow Room


As pratelerias são recheadas de livros de moda, arte, cinema, fotografia, música e gastronomia, organizados com lindos objetos de decoração, brinquedinhos, cartões, cadernos.... tranqueiras, como a própria Flavia diz.
Vale o passeio para curtir o clima da loja e se atualizar com os livros selecionados tão cuidadosamente!
Al. Tietê, 43 . loja 10 - das 10 às 19h (Jardins - São Paulo/SP)
Fone: 011. 3062.7041
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Fibras naturais - Linho

O linho, fibra e tecido dos mais antigos, é uma planta que tem suas fibras e sementes bastante aproveitadas. Já sabemos que suas fibras podem ser fiadas e torcidas e resultam em finos tecidos delicados, rendas e até cordas grosseiras. Já as sementes contêm óleo de linhaça, utilizadas na fabricação de tintas, vernizes e até, com a retirada do óleo, ração para gado.
As espécies mais importantes de linho têm flores azuis, brancas, lilás ou rosadas. A cor natural do linho é um pouco mais escura do que a do algodão cru. Seu toque é macio e sua fibra possui discreto brilho natural absorvendo bem a umidade, com indicação de uso em climas quentes. Sua secagem é rápida, é facilmente lavável, tem bom caimento, boa elasticidade e resistência.
Fibra de talo da planta de linho.
Simbologia: CL.
Origem: fibra natural vegetal de caule.
Histórico: no Egito, foi usado como alimento e só depois como matéria-prima para tecidos, equiparando-se ao algodão.
Lavabilidade: tecidos de linho resistem à fervura. Lavagem muito forte à máquina prejudica a durabilidade do tecido.
Passadoria: de 220ºC a 245ºC, desde que o tecido esteja umedecido.
Característica: ótima absorção de umidade, boa resistência à tração e à lavagem, amassa facilmente, não deforma ao calor, baixa elasticidade.
Uso do linho: cama, mesa, banho, lenços, tecidos para roupa em geral como brim, também uso para colchões.
Top 10 NY - Verão 2009.10
01. Ondas, camadas de babados

Preen
Alexander Wang
03. Peças e detalhes utilitários
Matthew Williamson
04. Cinza melange
BCBG Max Azria
05. Tons cosméticos e neutros sujos
Rodarte
06. Linha dos ombros assimétrica
Thakoon
08. Mistura de estampas
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Primavera
Na semana que vem daremos as boas-vindas à primavera e nada melhor do que deixar as flores entrarem em casa ao som de Tim Maia!
Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (meu amor)
Destaques da NY Fashion Week
Marc Jacobs
Michael Kors
Com informações do Meninas da Moda.

























