quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Inverno 2010 - Top ten London
Inverno 2010 - Top ten New York
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Mais frases de Marie Rucki
“A originalidade é um falso valor” e “A indústria da internet reduz o valor do desejo de moda".
Você concorda? Opine nos comentários!
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Fonte: Lilian Pacce.
Marie Rucki no Brasil

Mme. Rucki está pela terceira vez consecutiva no Brasil para dar palestras e workshops. Veja o que o site Chic publicou:
"Se você gosta do trabalho de Gloria Coelho, Reinaldo Lourenço e Lorenzo Merlino, pode agradecer a Marie Rucki. Essa senhorinha francesa da foto acima, de laço azul nos cabelos e roupas tradicionais - camisa e saia reta até as canelas são seu uniforme -, é uma potência no que diz respeito à moda.
Diretora do Studio Berçot, uma das mais famosas escolas de moda parisienses, ela teve esses três estilistas brasileiros como alunos e vem angariando mais fãs por aqui. É que, pelo terceiro ano consecutivo, Mme. Rucki veio a São Paulo para dar cinco dias de palestras e workshops, em que aborda temas atuais relacionados ao assunto, colocando a platéia de fashionistas para pensar. A seguir, você lê uma breve entrevista com a expert.
O tema de seu seminário é a relação entre moda e cinema. A senhora pode nos adiantar um breve panorama sobre este assunto? Nossa intenção é explicar que a criatividade dos estilistas depende de toda uma cultura contemporânea e que o cinema faz parte disso. Através de alguns filmes, vamos explicar essa relação que existe entre a moda e o estilista. É a visão que eu penso que ele teve, a emoção que sentiu ao assistir determinado filme.
Sua experiência com os workshops no Brasil é satisfatória? Como classifica o nível intelectual, de criatividade e de talento dos alunos que assistem às aulas? Faz anos que dou workshops, mas não são sempre da mesma maneira. Com relação aos alunos daqui, acredito que eles têm a maior qualidade, que é a de querer aprender, conhecer outras formas de pensar. Curiosidade de espírito é uma qualidade enorme.
Com a crise econômica, como devem se comportar as tendências? As grifes devem continuar a propor novas invenções de moda como a recente mania dos grandes acessórios ou mesmo os sapatos esculturais? Haverá espaço para isso? Não posso dizer o que Dior e Lanvin farão, porque eles não fazem confidências. O luxo é algo que sempre terá mercado, pois apesar da crise, os ricos vão sempre consumir. Essas roupas das grandes marcas são caras e não são feitas para qualquer público, por isso a crise não muda muitas coisas. Mas ela vai fazer os estilistas pensarem mais em seus trabalhos, pois um bom estilista aproveita qualquer situação. Um exemplo é a alta-costura durante a 2ª Guerra.
Anna Wintour [diretora da Vogue América] ou Carine Roitfeld [diretora da Vogue França]?Conheço melhor a Carine do que a Anna. Acho que sua abordagem está mais ligada à identidade de moda e à aventura; a de Anna está ligada ao êxito, ao sucesso. Mas não tenho certeza disso."
Quando fiz esse curso, a Marie Rucki deu um conselho para quem trabalha com moda ou outras pesquisas: "O excesso de informação paralisa". Achei muito importante pois vejo no dia-a-dia pessoas que assinam ou compram milhares de revistas, sites e bureaux de estilo e depois não sabem interpretar e trabalhar a informação.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Feliz Páscoa!

Pessoal,
gostaríamos de desejar uma ótima páscoa e que o coelhinho traga muitos ovos! ;)
Aí vão alguns links para curtir no feriado:
1. O blog Garotas Estúpidas fez um post bacana sobre as botas deste inverno.
2. It Girls publicou dois manuais sobre como levantar o seu astral e do seu look! Aqui e aqui.
3. Para quem não resiste um belo par de sapatos... A revista Elle americana lançou um diário só sobre eles, confira.
4. Chic indica exposição sobre o design brasileiro.
5. Sobre meninos nerds no Descolex. Olha que essa moda pegou na europa, hein?
6. E para fechar, dicas de ovos de páscoa para todos os gostos e bolsos, da Lilian Pacce!
Macrotendências - Aplicação no produto
Diante deste cenário mundial notamos influências nos desejos e necessidades dos consumidores bem como no desenvolvimento do produto final:
1. Essa valorização do lar, a necessidade das pessoas de se voltar mais para a própria casa e resgatar costumes antigos traz produtos mais customizados, decorados com aplicações e efeitos de bordados, com o objetivo de reciclar peças e renovar o guarda-roupa sem gastar dinheiro.
2. Os efeitos da crise tornam alguns produtos mais austeros, minimalistas e com cores neutras inspiradas no ambiente urbano. Muitas formas protetoras, casulos, silhuetas que envolvem e abraçam fazem com que as pessoas se sintam mais seguras num âmbito mais psicológico do que físico.
3. Durante os períodos de recessão, os consumidores tendem a valorizar mais o seu dinheiro. Eles já não podem comprar tudo o que tem vontade e por isso precisam fazer escolhas. Produtos que possuam apelo sustentável ou que mexam com os sentimentos, que contenham uma história ou algo nostálgico tendem a ser notados por esses consumidores.
4. O consumo desenfreado estimulou o movimento anti-fast-fashion em algumas pessoas. Elas procuram peças mais elaboradas e de boa qualidade. Formas esculturais e versáteis que permitam serem usadas em diversas ocasiões e por muito tempo.
1. Essa valorização do lar, a necessidade das pessoas de se voltar mais para a própria casa e resgatar costumes antigos traz produtos mais customizados, decorados com aplicações e efeitos de bordados, com o objetivo de reciclar peças e renovar o guarda-roupa sem gastar dinheiro.
2. Os efeitos da crise tornam alguns produtos mais austeros, minimalistas e com cores neutras inspiradas no ambiente urbano. Muitas formas protetoras, casulos, silhuetas que envolvem e abraçam fazem com que as pessoas se sintam mais seguras num âmbito mais psicológico do que físico.
3. Durante os períodos de recessão, os consumidores tendem a valorizar mais o seu dinheiro. Eles já não podem comprar tudo o que tem vontade e por isso precisam fazer escolhas. Produtos que possuam apelo sustentável ou que mexam com os sentimentos, que contenham uma história ou algo nostálgico tendem a ser notados por esses consumidores.
4. O consumo desenfreado estimulou o movimento anti-fast-fashion em algumas pessoas. Elas procuram peças mais elaboradas e de boa qualidade. Formas esculturais e versáteis que permitam serem usadas em diversas ocasiões e por muito tempo.
Macrotendências - Desafios e oportunidades
Quais serão os desafios e oportunidades do mercado da moda em 2009?
Construir uma marca forte, a importância do valor e da responsabilidade social coorporativa. Na medida em que as empresas estão enfrentando os desafios de uma recessão global aí vão algumas idéias importantes para 2009:
1. A força da marca é mais importante do que jamais foi; construir e manter uma posição de marca através da diferenciação e poder. Investir nas próprias lojas de varejo, dedicação às lojas de marca. Marcas globais não morrem.
2. Inovação: durante uma crise é difícil pensar em inovação. Mas isso não quer dizer grandes idéias nem enormes investimentos financeiros. “Pesquisa é a transferência do dinheiro em know-how, enquanto inovação é a transferência do know-how de volta em dinheiro”. Talvez seja difícil agradar os consumidores nesse momento mas seu interesse ainda pode ser atraído por grandes novos produtos.
3. O significado do valor: “valor” agora está mais perto do significado original de “valor do dinheiro”. Antes, qualidade, serviço e valor tinham o mesmo peso para o consumidor; agora é apenas qualidade. As consumidoras por volta dos 30 anos estão à procura de peças de moda mais elaboradas, versáteis e de boa qualidade, que tenham um elemento “funcional” que permitam serem usadas em diversas ocasiões.
Construir uma marca forte, a importância do valor e da responsabilidade social coorporativa. Na medida em que as empresas estão enfrentando os desafios de uma recessão global aí vão algumas idéias importantes para 2009:
1. A força da marca é mais importante do que jamais foi; construir e manter uma posição de marca através da diferenciação e poder. Investir nas próprias lojas de varejo, dedicação às lojas de marca. Marcas globais não morrem.
2. Inovação: durante uma crise é difícil pensar em inovação. Mas isso não quer dizer grandes idéias nem enormes investimentos financeiros. “Pesquisa é a transferência do dinheiro em know-how, enquanto inovação é a transferência do know-how de volta em dinheiro”. Talvez seja difícil agradar os consumidores nesse momento mas seu interesse ainda pode ser atraído por grandes novos produtos.
3. O significado do valor: “valor” agora está mais perto do significado original de “valor do dinheiro”. Antes, qualidade, serviço e valor tinham o mesmo peso para o consumidor; agora é apenas qualidade. As consumidoras por volta dos 30 anos estão à procura de peças de moda mais elaboradas, versáteis e de boa qualidade, que tenham um elemento “funcional” que permitam serem usadas em diversas ocasiões.
4. Preços baixos: Wal-Mart -> reforça seu valor e líder em preços baixos durante a crise. Primark -> olha com otimismo para o futuro. Ênfase nos produtos fashion mais do que commodity.

5. A futura cadeia de suprimentos será vertical: ela conseguirá ver todo o processo acontecendo ao mesmo tempo.
6.A doença na economia está mudando a cabeça do consumidor. Nos EUA aconteceu algo inimaginável: os consumidores pararam de gastar. Eles estão mais emotivos e precisam se satisfazer. A confiança está crescendo em marcas reais e o que aquela marca oferece em termos de qualidade. Os consumidores não estão só preocupados com o que eles não podem comprar mas também com as escolhas que tem que fazer.
7. As marcas ainda tem muito valor, principalmente se forem transparentes e transmitirem confiança. Envolvimento com o meio ambiente e sustentabilidade.

Fonte: WGSN.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Macrotendências - Atitudes do consumidor

A forma como estamos vivendo atualmente está mudando. Uma nova idéia de “casa” e seu “uso” começa a surgir e isso terá reflexo no estilo de vida das pessoas.
O Projeto moradia - HAB Housing (Happiness, Architecture, Beauty) apontou os principais aspectos que abordam o novo projeto de um lar:
1. Contextual: casas bem características do local onde estão instaladas; estilo e materiais que refletem a localização, história e cultura.
2. Sustentável: casas com o mínimo de impacto ambiental em sua construção e uso.
3. Contemporaneidade: arquitetura adequada, que atende às necessidades e que possa ser flexível para acomodar pequenas mudanças no modo de vida.
4. Aprazível: nos fazer sentir melhores, saudáveis, gentis, seres humanos mais civilizados. As casas devem desintoxicar as pessoas que vivem nela dos estragos do mundo. Devemos ter uma relação mais positiva e enriquecedora com nossos lares.
5. Sociável: senso de comunidade. Devemos criar um mix social rico, compartilhar espaços.
6. Rentável: deve fazer dinheiro. Ter uma horta, comer em casa.

Fonte: WGSN.
Outlet de luxo abre as portas em junho em SP
"Antes da virada do semestre, o Estado de São Paulo passará a contar com um empreendimento típico das grandes cidades americanas - os outlets de grife ao longo das rodovias, onde os produtos são vendidos com até 70% de desconto. No dia 25 de junho, começa a funcionar no quilômetro 72 da Rodovia dos Bandeirantes, em Itupeva, o primeiro shopping de ponta de estoque de grifes famosas.
Batizado de Outlet Premium São Paulo, o empreendimento reunirá sob o mesmo teto 80 grifes consagradas, metade delas internacionais, como Diesel, Armani, Ermenegildo Zegna, Lacoste, Calvin Klein, Nike e Rip Curl, entre outras. "O nosso shopping repetirá o conceito do outlet comum nos Estados Unidos", diz Alessandro Veronezi, presidente da General Shopping.
A companhia, que tem 12 shoppings em operação e obteve em 2008 receita líquida de R$ 84 milhões, detém 50% do empreendimento. A outra metade é da Senpar-Terras de São José, companhia urbanizadora que é dona do Shopping Serra Azul e foi a empreendedora dos parques Hopi Hari e Wet?n Wild, vizinhos do novo empreendimento. O investimento total no outlet foi de R$ 60 milhões.
Segundo Veronezi, percebeu-se que havia no varejo mercado para um modelo de negócio semelhante ao dos EUA.Com o avanço das grifes no mercado nacional, surgiu a necessidade de escoar itens da coleção passada fora dos grandes centros, onde estão localizadas as butiques das marcas. Com isso, evita-se a canibalização da grife.
Inicialmente projetado para ter 60 lojas, o shopping começará a funcionar com 80 pontos de venda. Atualmente, diz Veronezi, 70% das lojas já estão alugadas e a perspectiva é de chegar na data de inauguração com 100% do empreendimento locado. "Tivemos sorte. A crise acelerou a ampliação do projeto, que estava prevista para depois."
Com a crise, o mercado varejista desceu um degrau e sobrou mais produtos para serem vendidos no outlet. "Alguns lojistas queriam inaugurar a loja antes de junho", diz Alexandre Lopes Dias, diretor de marketing da General Shopping. Ele conta que a loja da Lacoste, por exemplo, vai escoar toda a ponta de estoque da marca na América Latina.
Cesar Federmann, diretor da Senpar, diz que 2,94 milhões de pessoas passam anualmente pelo Shopping Serra Azul, vizinho do Outlet, e 65 mil carros transitam diariamente pela rodovia. A perspectiva é que 4,5 milhões de pessoas visitem o outlet em um ano.
De olho nesse fluxo, a Rip Curl, marca australiana especializada em artigos de surfe, terá a maior loja dentro outlet. Numa área de 200 metros quadrados serão vendidos os itens que sobraram da coleção passada da sua butique que fica nos Jardins. Segundo o gerente comercial, Eduardo Araújo, os descontos serão acima de 30% sobre o preço de etiqueta."
Fonte: Estadão (Márcia De Chiara).
Batizado de Outlet Premium São Paulo, o empreendimento reunirá sob o mesmo teto 80 grifes consagradas, metade delas internacionais, como Diesel, Armani, Ermenegildo Zegna, Lacoste, Calvin Klein, Nike e Rip Curl, entre outras. "O nosso shopping repetirá o conceito do outlet comum nos Estados Unidos", diz Alessandro Veronezi, presidente da General Shopping.
A companhia, que tem 12 shoppings em operação e obteve em 2008 receita líquida de R$ 84 milhões, detém 50% do empreendimento. A outra metade é da Senpar-Terras de São José, companhia urbanizadora que é dona do Shopping Serra Azul e foi a empreendedora dos parques Hopi Hari e Wet?n Wild, vizinhos do novo empreendimento. O investimento total no outlet foi de R$ 60 milhões.
Segundo Veronezi, percebeu-se que havia no varejo mercado para um modelo de negócio semelhante ao dos EUA.Com o avanço das grifes no mercado nacional, surgiu a necessidade de escoar itens da coleção passada fora dos grandes centros, onde estão localizadas as butiques das marcas. Com isso, evita-se a canibalização da grife.
Inicialmente projetado para ter 60 lojas, o shopping começará a funcionar com 80 pontos de venda. Atualmente, diz Veronezi, 70% das lojas já estão alugadas e a perspectiva é de chegar na data de inauguração com 100% do empreendimento locado. "Tivemos sorte. A crise acelerou a ampliação do projeto, que estava prevista para depois."
Com a crise, o mercado varejista desceu um degrau e sobrou mais produtos para serem vendidos no outlet. "Alguns lojistas queriam inaugurar a loja antes de junho", diz Alexandre Lopes Dias, diretor de marketing da General Shopping. Ele conta que a loja da Lacoste, por exemplo, vai escoar toda a ponta de estoque da marca na América Latina.
Cesar Federmann, diretor da Senpar, diz que 2,94 milhões de pessoas passam anualmente pelo Shopping Serra Azul, vizinho do Outlet, e 65 mil carros transitam diariamente pela rodovia. A perspectiva é que 4,5 milhões de pessoas visitem o outlet em um ano.
De olho nesse fluxo, a Rip Curl, marca australiana especializada em artigos de surfe, terá a maior loja dentro outlet. Numa área de 200 metros quadrados serão vendidos os itens que sobraram da coleção passada da sua butique que fica nos Jardins. Segundo o gerente comercial, Eduardo Araújo, os descontos serão acima de 30% sobre o preço de etiqueta."
Fonte: Estadão (Márcia De Chiara).
terça-feira, 7 de abril de 2009
Finalmente inaugurou!
Marcada inicialmente para abrir suas portas em outubro de 2008, a rede fast fashion, Topshop, finalmente inaugurou sua primeira filial em Manhattan dia 02 de abril.
A mega loja com diversos andares também contará com um espaço para a Topman, além de uma boutique especial para a cobiçada linha assinada pela Kate Moss.
Na véspera da inauguração oficial, um jantar em um dos restaurantes mais badalados de NY, o Balthazar, reuniu nomes como Anna Wintor, Marc Jacobs e, claro, a estrela Kate Moss.
A mega loja com diversos andares também contará com um espaço para a Topman, além de uma boutique especial para a cobiçada linha assinada pela Kate Moss.
Na véspera da inauguração oficial, um jantar em um dos restaurantes mais badalados de NY, o Balthazar, reuniu nomes como Anna Wintor, Marc Jacobs e, claro, a estrela Kate Moss.


478, Broadway - SoHo
Fonte: It Girls.
50 anos da Barbie!
No dia 09 de março de 2009, a boneca mais popular do mundo completou 50 anos, com corpo de 20 e milhares de homenagens pelo mundo todo. A Barbie é rica, bonita, famosa, inteligente e está sempre na moda. Tem o namorado perfeito e muitos amigos que a adoram. O mundo Barbie é cor-de-rosa, feito de sonhos e fantasia, onde tudo é possível.
A Barbie é um sucesso absoluto, tanto em vendas (é a boneca mais vendida no mundo. São 120 milhões de exemplares a cada ano, o que significa que duas Barbies são vendidas por segundo) quanto em popularidade (ela é a queridinha de crianças e adultos de todo lugar).
A Barbie é um sucesso absoluto, tanto em vendas (é a boneca mais vendida no mundo. São 120 milhões de exemplares a cada ano, o que significa que duas Barbies são vendidas por segundo) quanto em popularidade (ela é a queridinha de crianças e adultos de todo lugar).

Primeira Barbie
Encomendada ao designer Jack Ryan, em 1958, a Barbie foi introduzida pela primeira vez na Feira Anual de Brinquedos de Nova York, em 9 de março de 1959. Ela foi criada por Elliot Handler, o fundador da Mattel, Inc., e sua esposa, Ruth. Depois de reparar no interesse da filha por bonecas de mulheres adultas, Ruth Handler (mãe de três filhos, Ken, Skipper e Barbara) sugeriu a idéia de uma boneca adulta e não teve dúvida quanto ao nome: Barbie, o diminutivo de Barbara. Mais tarde, Ken viria ser seu namorado e Skipper sua irmã-boneca.
Cabelos tingidosBarbie foi apresentada como uma modelo teenager vestida na última moda. Aliás, a imagem da boneca sempre foi a de uma top model, símbolo de sucesso, beleza e juventude.Loira e vestida com um maiô listrado em preto e branco, a boneca nasceu com o corpo de manequim, longas pernas e cintura fina, as medidas perfeitas para os seus 29 cm de altura. Ela já trazia modelos de roupas e acessórios que podiam ser trocados, ou seja, tudo o que pudesse identificar o universo jovem dos final dos anos 50: vestidos rodados, calças cigarrete, luvas e até um modelito para ir ao trabalho como designer de moda (1960).
Hippie
Bronzeada
Mais popularEm 1961, ela ganhou um namorado, o Ken, que tinha o tipo do ator de cinema Troy Donahue. Ken também sempre acompanhou a moda da época, munido de vários modelos e acessórios, além de variar o corte do cabelo de acordo com o último estilo jovem. Em 1963 ganhou uma melhor amiga, Midge; uma irmã, Skipper, em 1964; e uma nova amiga, a primeira boneca negra, Christie em 1969. O sucesso foi estrondoso, implicando na criação de vários outros itens relacionados com as bonecas como o carro e a Casa dos Sonhos da Barbie.
Negra
Oriental
Mais vendidaAo longo dos anos, a figura voluptuosa da Barbie tem suscitado controvérsias. Se ela fosse humana, suas medições deveriam ser de aproximadamente 91,5 cm de tórax, 45,7 cm de cintura e 84 cm de quadril. Por causa disso, ela tem sido acusada de incutir uma imagem irreal de corpo nas crianças. O lado positivo é que, muitas mulheres viram a Barbie como proporcionar uma alternativa aos tradicionais papéis 1950. Ela teve uma série de profissões diferentes: de professora, astronauta, veterinária, cantora, comissária de bordo e modelo. Ela foi até uma medalista de ouro olímpico e candidata a presidência dos Estados Unidos! A Barbie também sempre esteve ligada com a tecnologia mais recente. Um exemplo disso foi em 1985 quando ela teve o seu primeiro computador.
Século XXIPara manter a imagem glamorosa da Barbie sempre atualizada, os designers da Mattel fornecem à boneca cerca de uma centena de novas roupas cada ano. O vestuário da Barbie também foi criado por designers mundialmente famosos como Yves Saint Laurent, Christian Dior, Valentino, Perry Ellis, Oscar de la Renta, e Bob Mackie. Desde 1959, mais de 105 milhões de metros de tecido foram usados para criar roupas da Barbie.
História da Barbie
Primeiro comercial da Barbie
Fonte: Almanaque Folha, Portais da Moda e Galeria Imagens Veja.
segunda-feira, 16 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
E o metálico vem aí...
É uma questão de tempo, mas a volta dos metálicos já foi declarada.
Vitrine da Selfridges com ambiência grega e... muito brilho metálico!



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Aí, estava fazendo pesquisa na internet quando me deparo com a super-novidade-nova-iorquina-do-momento: best new nail color - unhas metálicas! Folhas de filme metálico são aplicadas às unhas e depois são colocadas em forma. O produto é da Minx.


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